"Tornei-me insano, com longos intervalos de uma horrível sanidade" - Edgar Allan Poe

W. R. SANTHOS

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Porto Alegre, Rs, Brazil
Escritor. Pintor. Cineasta Amador.

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segunda-feira, 13 de março de 2017

Lendas Urbanas - O Velho do Saco


Homem do saco, Velho do saco ou Cigano do Saco é uma lenda urbana, fruto do imaginário popular, onde crianças desobedientes e que saiam de casa sozinhas sumiam ao serem levadas por um homem com um saco grande de pano nas costas.

Quem nunca ouviu falar dessa lenda urbana muito famosa? Essa é uma história muito contada quando pais desejavam que seus filhos fossem obedientes. Usada pelas mães para assustar as crianças malcriadas que saiam escondidas sozinhas na rua.


Provavelmente inspirada em mendigos que permeiam as cidades, velho, malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, andava pelas ruas levando embora as crianças que faziam “artes” ou que estivessem brincando sozinhas na rua. Em algumas versões da lenda, o homem é retratado realmente como um mendigo, em outras aparece como um cigano.

Algumas versões com um toque de crueldade, o velho leva as crianças para o seu refugio, e lá faz sabão com elas, em outras ele até come as crianças, colocando seus ossos na sopa.




Gilles De Laval

Poucos sabem que no século XV existiu um “velho do saco” de verdade, que talvez seja a origem de toda essa lenda.

Entre os anos de 1404 e 1440 viveu na França um homem extremamente rico chamado Gilles de Laval, Senhor de Rais.

Aparentemente, era um nobre religioso e de natureza piedosa; muito caridoso com os pobres. Mas, no fundo, era um verdadeiro monstro assassino, que viria a assombrar toda a Europa.

Depois de perder toda a sua fortuna, consultou uma feiticeira para conseguir recuperar-se, foi aconselhado então a sacrificar crianças para o demônio Barron.

A partir daí todas as crianças que iam até seu castelo Tiffauges, jamais retornavam. Histórias de macabras torturas, sodomia, ocultismos, magia negra, e orgias sexuais se espalhavam pela Europa.


Foi descoberto e condenado, sendo enforcado em 1440, seu corpo foi queimado para que todo o mal fosse expurgado. A atrocidade de seus crimes foi tamanha, que ele acabou se tornando símbolo universal do mal na sua época.

Esse homem foi um dos que inspiraram essa lenda, talvez seu espírito maligno ainda caminhe pelas ruas pegando as crianças. E aí, você acredita nessa lenda? Você tem medo do Velho do Saco?

Fonte: mentirasverissimas.com/2013


sexta-feira, 10 de março de 2017

A Loucura dos Ratos



Vera era uma senhora idosa que praticamente tinha sido abandonada pelos parentes, vivia em um asilo de péssimas condições de higiene e bons tratos, sua rotina diária era acordar de manhã cedo, andar pelo pátio sem tomar café até chegar à hora do almoço feito sem nenhum cuidado ou sabor. As funcionárias em sua grande maioria eram grossas sem nenhum respeito e cuidado com elas, muitas vezes as machucando com apertões e empurrões durante as atividades.


Vera tinha uma algoz, conhecida como Tia Juca, era famosa entre os idosos por sua violência nos tratos com eles, mas era especialmente rude com Vera, sempre que podia, entre beliscões e pequenos tapas, cuspia na comida deles, todos os idoso tinham medo dela.

Depois de um dia especialmente cruel que Juca a fez tomar banho frio e comer uma comida suspeita no jantar, Vera deitou na sua cama tremendo desejando não acordar mais para acabar com aqueles abusos que sofria. Deitou a cabeça no travesseiro relembrando os tempos de seu passado, aventuras que teve e amores que vivenciou.

Estava certa que seu fim havia chegado, iria finalmente ficar livre para sempre, mas aquele monstro ainda iria atormentar outros idosos e sair impune. Foi quando escutou um barulhinho embaixo de sua cama, primeiro achou que fosse sua imaginação, os barulhos aumentaram e ficaram mais intensos e numerosos. Com dificuldade, por que estava com muita dor pelo corpo, olhou embaixo de sua cama, meia dúzia de ratos ali estavam, mas por algum motivo ela não ficou com medo.


Ela sentiu algo estranho dentro da sua cabeça, demorou alguns minutos para compreender o que estava acontecendo, de alguma maneira sobrenatural ela estava conectada com aqueles ratos, e não só com aqueles, mais foram aparecendo o chão do seu quarto foi tomado por eles. Todos quietos com os olhos vidrados nela como se ela fosse a líder e esperassem algum comando.

Levantou da cama e eles se afastaram para ela passar, Vera só tinha um pensamento, só uma coisa passava por sua cabeça naquele momento propicio, era o momento da Tia Juca pagar por todos os seus abusos com os indefesos. 

Enquanto passava pelo corredor mais ratos se juntavam a ela formando uma horda que a seguia. Finalmente chegaram no quarto dela, os ratos rapidamente roeram a fechadura abrindo a porta, Tia Juca roncava e se babava na sua cama, todos os ratos entraram no quarto e quando a porta se fechou com violência ela acordou, se assustou quando viu Vera em pé na frente da sua cama, e ficou ainda mais apavorada quando viu os ratos em volta da sua cama, nem teve tempo de gritar, os ratos pularam encima dela a devoraram viva enquanto se debatia em vão.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Skarlety, A Pequena Psicopata - Escrito por Steh Alves




Em uma cidadezinha pequena no Texas, morava Skarlety, uma pequena garotinha considerada problemática pelos seus próprios pais, tinha tendências de torturar e matar os animaizinhos que ganhava de estimação.


Seus pais já estavam evitando presentear Skarlety com qualquer coisa que fosse vivo, então começaram a lhe dar materiais para desenhar, quem sabe ela ficasse mais calma, mas nas mãos da garota tudo aquilo se tornavam armas, os lápis que eram para ser usados nas pinturas dos desenhos, foram usados como instrumentos de tortura para furar tudo e todos que tentavam se aproximar, nas folhas de papel ela escrevia suas "brincadeirinhas" do mal.

Passava horas espetando suas bonecas com lápis bem apontados. E quando não estava fazendo isso desenhava coisas bizarras que ninguém jamais imaginaria que uma garotinha de tão pouca idade pudesse fazer aquilo.

Algumas dessas bonecas eram usadas como uma espécie de "decoração" para o seu quarto, tudo muito bizarro, as janelas eram fechadas, bonecas espetadas e com cabelos arrancados presas nas paredes, sempre que seus pais tentavam desarrumar aquilo, Skarlety surtava, e ficava agindo de um modo tão estranho que os assustava, então eles evitavam mexer em qualquer coisa q fosse da menina.



Até que em uma noite, Skarlety passou dos limites. Ela matou a facadas um garoto, um vizinho que a tinha empurrado em uma brincadeira, ela finalmente tinha posto seus desejos mais secretos à tona. Quando a policia chegou no local para levá-la para um sanatório, já tinha fugido, a partir desse momento à garota já não tinha mais vontade de matar animais ou espetar bonecas, havia cometido o seu primeiro assassinato, e pra piorar ela gostou da sensação.

 Construiu uma pequena cabana em uma floresta ali perto, no meio da madrugada, saia pra ir a sua cidade atacar as pessoas. Após matar as pessoas ela cortava alguns pedaços e levava para fazer armadilhas para animais selvagens, depois de matá-los torturados e os comia aos poucos sempre que sentia fome. E assim, continua ate hoje, Skarlety virou uma lenda, ninguém ousa a colocar os pés naquela cidade. E se algum dia você passar por lá, tome cuidado, pois você pode cair nas mãos dela.


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