"Tornei-me insano, com longos intervalos de uma horrível sanidade" - Edgar Allan Poe

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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Prostituta de Sangue – A Rainha de Vermelho





“... tirou o capuz e pra minha surpresa ele era um vampiro, seus olhos assustadores e ameaçadores fixos em mim me fizeram sentir uma presa novamente, me fizeram sentir de novo uma menina assustada nas mãos do Duda “Gancho”.”.


“Querido diário, nem sei por onde começar, nem ao menos sei onde estou ou em que data me encontro, depois que minha doce Lilly foi tirada de mim de um modo tão devastador pelo meu primeiro algoz. Nunca pensei que vampiros pudessem se apaixonar verdadeiramente, mas de um modo que eu não sei explicar realmente meus sentimentos por ela eram reais e bem fortes, era um amor doce e carinhoso, minha dor é muito pior do que quando fui transformada, e até o momento achei que e aquele vampiro no beco éramos os únicos da espécie, mas agora aqui de joelhos atrás dessas grades nessa masmorra úmida e fedorenta encontra uma das criaturas mais assustadoras da face do planeta.”

Algum dia de Setembro de 1993

“Faz alguns dias que estou aqui, ainda me pergunto como vim parar aqui, em um momento está na minha frente com um olhar ameaçador e em outro estou nessa prisão, e não estou sozinha, tem outras celas em volta, mas nenhuma das mulheres ali dentro respondeu aos meus chamados. Depois de muito tempo me sentindo poderosa e invencível volto a ser aquela menina assustada que um dia foi dominada por Duda “Gancho”, estava com muito medo de esse ser com a força de um deus das trevas, ainda bem que consegui ficar com você diário, a única coisa que não se afasta de mim.”

Começo de Outubro de 1993

“Finalmente uma das mulheres aprisionadas falou comigo, ela estava tão magra que seu rosto era uma caricatura de caveira, seus braços estavam mais finos que gravetos, pela voz fraca e quase sem entonação tinha certeza que sua morte era próxima, de primeira não achei que fosse uma vampira como eu, mas quando me disse sua idade me convenci disso, tinha 150 anos e estava presa ali há quase cinco décadas, descreveu o vampiro como o diabo andante. Esse tempo todo que estava aqui ainda não consegui ver ou falar com ele, queria uma chance de agarrar o seu pescoço e ver se ele era tão demoníaco assim, a cada dia que passo presa aqui uma raiva intensa está tomando conta de mim.”


Final de Outubro de 1993

“Acordei hoje e ele estava em frente da minha cela parado me olhando, levanto do chão e fico parada devolvendo o seu olhar ameaçador, ele tirou o capuz, o que eu vi não foi à face do demônio, mas sim os traços de um anjo, apesar do olhar, era lindo demais nunca tinha visto alguém daquela maneira. Deixou um pedaço de carne e um copo de sangue perto da grade pra mim, fazendo com que todas as outras prisioneiras se levantassem tentando de algum jeito pegar um pouco do que me foi oferecido.”

25 de Dezembro de 1993

“É natal querido diário, um feliz natal pra você, depois de muito tempo fiquei com saudade da minha família, não do estuprador pedófilo do meu pai, mas sim da minha mãe e do meu padrasto, que é meu pai de verdade, queria muito saber se ainda estão vivos e se estão bem, se ainda se lembram que eu existi algum dia, nem que quisessem poderia voltar pra casa, não assim como estou, seria uma aberração pra eles, não os culpo sou realmente uma aberração, mas como eu adoro ser essa aberração.

Acordei e minha cela estava aberta, hesitei por algum tempo, poderia ser alguma armadilha, caminhei com cuidado passei por todas as outras celas, vi todos aqueles olhos me observando na escuridão, e sei o que estavam pensando, estavam pensando o que eu também estaria, esquartejar aquela mulher e beber todo o seu sangue, mas eu era essa mulher e não estava com nenhuma pena delas, aliás meu desejo era mata-las também.



Encontrei uma mesa farta de comida em um grande salão que parecia da época medieval, era bem extensa deveriam caber umas cem pessoas de cada lado, na ponta final quase onde a visão já não alcançava estava sentado o vampiro, com um movimento mais rápido do que pude perceber ele está no meu lado com um vestido vermelho lindo nas mãos, digno da rainha mais bela de todos os reinos. Ele não falava apenas sussurra palavras monossilábicas no meu ouvido, exalava um cheiro doce, era maravilhoso quase que anestesiante, nunca tinha sentido algo tão profundo quanto aquilo, me mandou tomar um banho, e colocar aquele vestido vermelho.


Quando voltei tinha um boi inteiro encima da mesa, com a barriga aberta sem os órgãos recheado de vários ingredientes, mas a sua carne estava crua, comi como nunca antes na minha vida, depois dançamos no salão por horas, parecia que estava encantada, mas acho que realmente que estou, sinto-me bem novamente como uma “Rainha de Vermelho”.”

2 de Fevereiro de 1994

“Querido diário me desculpe não ter escrito esse tempo todo, mas agora que me tornei uma “Rainha de Vermelho” estou um pouco ocupada, em uma cerimonia de batismo com sangue nos casamos, nos banhamos no sangue de doze virgens, demorou pra que achássemos todas, nessa época que vivemos achar uma virgem é quase impossível, confesso que me senti mal por algumas que não mereciam ser mortas, me identificava com a história de algumas delas, mas estou agindo por impulso agora, sinto que às vezes me observo fora do meu corpo fazendo certas coisas, sinto que estou agindo contra a minha vontade, mas deve ser bobagem minha.”

12 de Fevereiro de 1994

“Querido diário, sinto que as coisas não estão indo muito bem, vivemos o tempo todo dentro desse castelo fechado e isolado que nem ao menos sei onde fica. Ele fala muito pouco e tem dias e até semanas inteiras que nem fala nada, sai durante alguns dias e trás pessoas para trabalhar pra nós, elas choram, suplicam, rezam e quando acabam de fazer o que eram obrigadas, ele as mata sem piedade. Em um ataque de loucura minha o questionei sobre tudo isso, me colocou contra a parede pressionou meu pescoço me levantando do chão, senti seus dedos afundando minha laringe, naquele momento achei que aquele vampiro, que nunca me dissera o seu nome, iria acabar comigo, estava completamente submissa.”

15 de Fevereiro de 1994

“Depois de tudo o que aconteceu ele está mais quieto do que o normal, se é que isso era possível, até o sexo tinha mudado, nessa hora ele sempre mordia meus seios e chupava um pouco do sangue, o que me dava um grande prazer, em seguida me fazia chupa-lo durante um bom tempo às vezes eu engasgava, depois me penetrava firmemente dando estocadas dentro de mim quase que sincronizadas, mas agora me virou de costas e penetrou minha bunda como um animal querendo se impor, não reclamei, pois até gostei um pouco.”


20 de Fevereiro de 1994

“Encontrei um alçapão perto das celas, levantei sua porta e desci as escadas, diversos ratos mortos estavam no chão, era quase um porão ali dentro, minha atenção foi direcionada a um quarto trancado por uma porta de madeira, o cheiro que saia de dentro era a podridão encarnada, senti uma atração como se o que estivesse ali dentro me chamasse, o que estava ali bateu com violência quando toquei na porta, fui embora antes que meu marido descobrisse que eu estivesse ali dentro.”

21 de fevereiro de 1994

“Não consigo tirar da minha cabeça aquele quarto e o que tinha ali dentro, preciso muito saber mesmo que isso cause a fúria do meu marido, vou esperar ele sair pra trazer mais uma pessoa pra trabalhar e depois mata-la.”

23 de Fevereiro de 1994

“Querido diário, ele finalmente saiu, contrariando todos os meus sentidos de preservação desci até aquele porão, caminhei devagar com uma emoção que há muito tempo não sentia, puxei o pesado cadeado e o arrebentei com minha força, dei dois passos pra trás e a porta foi se abrindo bem devagar, das sombras foi saindo uma pessoa enorme, minhas pernas tremeram não consegui esboçar uma reação, aquela criatura com suas mãos que pareciam garras atravessa minha barriga expondo meus órgãos internos até eles caírem no chão da minha frente, eu desabo no chão vendo minhas tripas saindo. A criatura grita alto como um animal saindo do cativeiro e ganhando a liberdade, ali no chão olho Duda “Gancho” deformado sair porta a fora enquanto agonizo no chão”. 


sexta-feira, 15 de julho de 2016

A Casa do Penhasco - Escrito por Erisnaldo Silva


ANO 1945

O ano era de guerra no mundo todo, à segunda guerra mundial, durante o dia grandes batalhas e durante a noite muita chuva, chuva cada vez mais grossas como nunca tinha se visto antes, um pequeno grupo de quatro nacionalidades tentavam escapa desde holocausto que o mundo havia se tornados, soldados que não desejavam entra em guerra e quando se encontram ao se encontrarem eles trocaram olhares e todos eles compartilharam o mesmo desejo de fugi para bem longe e aos poucos foram se conhecendo secretamente para que seus superiores não descobrissem o que estavam trocando informações com os inimigos, ate que uma noite em que eles se encontraram um deles fora seguidos silenciosamente e descobertos de suas então traições.

- Compactuando com o inimigo não e traidor, todos iram para a corte marcial e eu receberei uma bela medalha por esse feito.

Eles se olharam e então decidiram mata o soldado na primeira oportunidade que tivessem enquanto isso estava sendo levados e ao mesmo tempo sendo amargamente humilhados, no decorre dessa pequena viagem ate o posto da base, no meio do caminho eles param num antigo bar um dos poucos que ainda funciona neste local que só a destruição e morte diariamente, eles entram e veem que não a muita gente.


- O que vão quere? - perguntou o balconista.

- Uma cerveja, será que podemos? - perguntou o soldado.

- Tudo bem, mas só uma cerveja.    
 
E assim eles foram bebendo e bebendo ate que o carrasco deles ficara meio sonolento e assim eles aproveitaram para enfia uma faca e dão um tiro nele com sua própria arma e logo perceberam que todos que viram o que ouve todos fingiram não ver nada, nisso o balconista fala:

- E melhor irem.

- Obrigado. - agradeceu os soldados que antes eram prisioneiros agora voltaram a ser fugitivos.

Eles caminharam durante algumas horas ate que encontraram um velho carro que ainda se encontravam com a chave na ignição, eles deram um jeito de abri as portas e tentaram  liga-lo mas não conseguiram , eles então abriram o capô  e viram  o moto.

- E ai o que acham, será que da pra conserta. - perguntou o primeiro soldado.

- Da, mas vai leva pelo menos um dia. - disse o segundo soldado.

- Se vamos conserta-lo, não podemos corre o risco de sermos vistos, temos que encontra um lugar. - disse o primeiro soldado.

- Tem razão, vamos entra neste beco aqui e encontra uma casa vazia. - disse o terceiro soldado.

- Não sei não gente será que ele vai funciona mesmo. - disse o quarto soldado. 

- Temos que a risca se quisermos fugi desse inferno. - disse o segundo soldado.

E assim eles andam durante alguns poucos minutos e encontra uma velha oficina que contem algumas poucas ferramentas, eles ficam de vigia revessando para assim poderem dormi e tomam alguma cerveja, um dia se passa e eles testam se vai ligar e comemoram, pois o carro funcionou bem, eles se aventuram numa viagem pela estrada se desviando dos soldados se escondendo dos carros dos exércitos e com um pouco de sorte conseguem alguma coisa pra come e bebe e obviamente cerveja, eles acabaram entrando numa rua bem longa e não demora em o vento começar.

- Nossa, que longa estrada. - disse o quarto soldado.

- Porque você estar falando assim. - disse o terceiro soldado.

- Será por causa dessa grande chuva que se aproxima. - disse o primeiro soldado.

Imediatamente veio uma grande tempestade que se abate sobre o carro onde se encontra os quatro soldados.

- Você estar falando desta tempestade. - disse o segundo soldado.
Eles seguem essa longa estrada e numa determinada parte entram numa estrada de terra a tempestade vai ficando cada vez mais forte e dando muita dificuldade na visibilidade, poucos minutos se passam e eles topam com uma velha arvore.

- Nossa que arvore esquisita. - disse o primeiro soldado.

- Temos que para não vai da mais, a tempestade estar muito forte. - disse o terceiro soldado.      

- Vamos avança mais um pouco quem saber não encontrarmos um abrigo. - disse o quarto soldado.

Eles avançam mais um pouco ate que encontram uma segunda arvores do tipo bem estranha e ao lado dela uma casa que fica bem na beirada de um enorme penhasco e ao per do penhasco o grande mar de onde vinha a imensa tempestade, eles conseguem chegar ate lar descem do carro e vão direto para a varanda, lar eles tentam se esquentarem por causa do grande frio, batem uma, duas vezes ate que alguém abre a porta.


- Por favor, senhora poderia nos cede um pouco de abrigo modo a tempestade. - pediu o primeiro soldado.

- Entrem saiam da tempestade, fiquem a vontade, serão meus convidados essa noite.

 Eles entram e veem como a casa e grande e ao mesmo tempo um pouco tenebrosa, ela estala o dedo e um mordomo aparece muito bem vestido.

- A senhora deseja algo. - perguntou o mordomo.

- Sim leves esses cavaleiros aos aposentos, eles serão nossos hospedes estar noite, prepare um banho e os leves a sala da lareira.

- Sim senhora. - disse o mordomo.

- E quanto a vossa senhoria. - disse o terceiro soldado.

- Logo estarei com todos.

- Se assim deseja. - disse o terceiro soldado.

Eles tomam banham e vestem algumas roupas que lhe foram cedidas, três batidas na porta são dadas e ela e aberta e logo são conduzidos a por um corredor e lar foi mostrando vários quadros da família e um espelho gigante na saída do corredor.

- Nossa que espelho grande. - disse o soldado.

Não demora e eles chegam à sala da lareira eles se acomodam e se esquentam na beira do fogo, mais um deles sente um calafrio ele fica observando a casa com um pouco de temor, os outros percebem.

- Não sei bem mais tem alguma coisa de errado nesta casa. - disse quarto soldado.

- Deixa de bobagem, curte ai, nos vamos viver muito ainda. - disse terceiro soldado.    


Eles comem e bebem tranquilamente enquanto esse soldado se levanta sem que os outros percebam e aos poucos vai dando uma olhada nessa tenebrosa casa a tempestade demostra que não ira embora tão cedo, os raios vão iluminando esse misterioso ambiente, depois de alguns poucos minutos todos os outros três percebem que um deles não estar por lar e começam a chama-lo, quando resolvem sai para assim procura-lo dão de cara com ele com um grosso livro em mãos e na frente tem escrito (álbum de família), eles se olham e não veem nem um mal em da uma olhada nos familiares da dona desta casa. Começam a folear as paginas deste álbum e foram vendo diversas fotos, fotos bem estranhas; todas as pessoas que ali se encontravam dentro do álbum estavam sentadas ou deitadas em caixões alguns no chão outros em pé encontrados nas paredes que por sinal não eram poucos.

- Mais essas pessoas estão mortas. - disse o terceiro soldado.

- E melhor saímos daqui, saímos rápido. - disse o primeiro soldado.

- Gente. - disse o segundo soldado.

Eles olham e não mais veem a porta dividida em duas partes, mas sim uma porta de tom vermelho sangue.

                                               CONTINUA...



sexta-feira, 8 de julho de 2016

Manicômio - Parte 3 Final


O Padre estava chocado com a cena, mas não teve tempo de fazer as devidas perguntas, todos saíram do quarto atrás do garoto no meio da noite, e ele foi junto queria a todo custo saber o que estava acontecendo, correram pela mata até encontrar um pequeno casebre de madeira.

-Espere Padre. – o Bispo o parou com a mão. – Eu não sei o que o senhor sabe, mas nada é o que parece, estamos em uma cruzada perigosa aqui, mortes serão necessárias, e eu estou disposto a tudo.

- O que está acontecendo aqui?

- Essa é mais que uma simples possessão demoníaca, temos quase certeza que esse garoto é o anticristo, tudo o que acontece nesse lugar pode ser influência dele.

- Depois de tudo o que presenciei e senti nesse lugar, isso é mesmo real?


O Bispo não teve tempo de continuar a conversa, os homens de terno que tinham entrado no casebre estavam sendo arremessados para fora com uma força violenta, caiam mortos no lado de fora, o Bispo resolve entrar e manda o Padre ficar aguardando. 

Algum tempo se passa e medida que os gritos foram aumentando e a tensão do Padre já estava no limite, ele entrou, encontrou o garoto desmaiado no chão e as queimaduras no peito de um crucifixo, o Bispo estava há alguns metros de distância com um sangramento no estômago prestes a morrer.

- Eu vou pedir ajuda não se mexa.

- Não, não, fique aqui eu preciso lhe contar algo.

- Em nome do Senhor isso pode esperar.

- Eu pequei Padre, esse garoto é meu filho, e hoje estou finalmente recebendo meu castigo divino.

- O que você está dizendo?

- Judity é a mãe dele, eu não sei o que ela tem, mas conseguiu me seduzir e eu caí na tentação dando vida para essa que pode ser o mensageiro do fim, faça o que eu não consegui, tente salvar o meu filho, e cuidado com ela.


Uma faca é arremessada e acerta a cabeça do Bispo que morre imediatamente, o Padre assustado recua e quando olha a origem Judity caminha nua em sua direção com um largo sorriso no rosto, alguma coisa estava diferente no seu olhar, era como se fosse o olhar de uma felina pronta para atacar.

Ela caminhou até o Bispo e arrancou a faca da sua cabeça lambendo o sangue logo em seguida, cantarolou uma musica enquanto se aproximava do seu filho desacordado, o Padre observava a cena em choque, não sabia ao certo se Judity estava ciente que ele estava ali, mas logo descobriu isso, ela alisava o rosto do garoto quando virou repentinamente pra ele, ainda cantarolando caminhou até ele, sentou no seu colo, o Padre tenso e com medo nada fez sentada no seu colo nua, ela abri o seu zíper e bota seu sexo pra fora, ele novamente não teve controle e transam ali mesmo. 

O Padre ficou deitado no chão olhando para cima sem forças para reagir quando viu um feixe de luz da lua encima de um latão que dizia “inflamável”, Judity estava ajoelhada no chão desenhando alguma coisa no chão com sangue que estava nas suas mãos, fazia alguns símbolos que ele nunca tinha visto na vida, ela deitou encima dos desenhos e começou a passar a mão na barriga, gemia como se estivesse sentindo muito dor, mas ainda assim continuava com um sorriso demoníaco.

- Meu novo filho vai nascer. – ela gritava enquanto se contorcia. – O verdadeiro senhor da escuridão vai nascer agora. – a barriga dela começou a aumentar como se estivesse ficando inchada.

O Padre se arrastou pra perto do latão, precisava de alguma coisa pra botar fogo no casebre, Judity nem percebeu seus movimentos estava praticamente em transe enquanto sua barriga aumentava de uma forma misteriosa e horrenda, ele derruba o latão espalhando o liquido inflamável, inclusive nele mesmo, se arrasta mais um pouco até o corpo do Bispo, mexe nos bolsos e acha o último fósforo dentro da caixinha, antes que pudesse concluir seu plano o pé de Judity encontra o seu pescoço, seu rosto estava diferente sem mais aquele ar de sedução, parecia mais um demônio incorporada, pisa com força, o Padre começa a sufocar pede por um milagre de Deus, só o lado da escuridão teria forças externas, fazia uma oração na sua mente enquanto Judity estava quase quebrando o seu pescoço, raspou o fósforo no chão e ele acendeu, o fogo se espalhou rapidamente, ela tentou fugir, mas ele a segurou pelo pé juntando suas ultimas forças, o casebre é tomado pelo fogo, pelo rosto de Judity ele vê a imagem do Diabo, o telhado cai encima deles em chamas.

Um mês depois do ocorrido a maioria das crianças internadas naquele local receberam alta, estavam salvas das suas aflições, e com a morte de um Bispo e um Padre, o local foi fechado, alguns zeladores que ficavam por ali cuidando do local diziam que às vezes podiam ver o fantasma do Padre Samael andando pelo local.


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